Material Design

Fique por dentro do lançamento do Google que promete melhorar as interações humanas com todos os dispositivos virtuais;

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MATERIAL DESIGN

Uma breve introdução


 

Há poucos dias o Google lançou mais uma palavra que vai deixar a vida dos designers de interação um pouco mais emocionante: “MATERIAL DESIGN”.

Com o lema à frente de seus produtos: “Concentre-se no usuário e tudo o mais se seguirá” eles abraçaram de vez essa ideia e compilaram vários princípios básicos do design clássico com as possibilidades infinitas que os devices e o trabalho multiplataforma podem oferecer, e as inumeras interações que vem junto com a inovação tecnologica. Surge daí um documento vivo, atualizado sempre que uma nova tecnologia apareça, sempre uma ideia venha a cabeça ou que uma nova possibilidade de interação surja, este projeto vivo ganhou o nome de “MATERIAL DESIGN”.

Minha observação: é uma extensão mais elaborada do flat design? Não!!! O que foi pensado vai muito além da interface com o usuário, é a utilização completa de todo os inputs e outputs dos periféricos a serviço da experiência do usuário.

 

Objetivo

O documento foi criado para permitir que profissionais de tecnologia consigam criar uma experiência unificada entre plataformas e diferentes dispositivos usando os preceitos dos dispositivos móveis fundamentais: toque, voz, mouse, teclado e todos os métodos de entradas chamados de primeira classe.

 

A Metáfora

O Material Design é baseado na realidade tátil, inspirado no papel e tinta, gravidade, massa e movimento mas com as  possibilidades de magia e imaginação que só a tecnologia oferece.

Inspirado nas superfícies e atributos táteis que ajudam o usuário a entender facilmente as referências reais do que esta representado. Toda a flexibilidade dos materiais reais cria novos affordances para a interação humano computador que superam o mundo físico, sem quebrar as regras da física. Como os fundamentos da luz, superfície e movimento e as relações entre sí são essenciais para transportar o mundo real para o virtual.

 

Design Corajoso e Intencional

Não deixando o real de lado, a inspiração vem do design gráfico: os sistemas de grades, espaços negativos, cores e tratamentos visuais vem da diagramação minuciosa da editoração eletrônica para guiar os designers de interações e interfaces na a criação de hierarquia de informações, tipografias elegantes com ênfase nas ações e decisões das melhores funcionalidades e pontos de interesses para os usuários.

Obs.: Não estamos falando de Skeumorfismo! Mas do foco na informação, diagramação e tratamentos de imagens beirando o fotojornalismo que encontramos em jornais, revistas e outros meios impressos.

 

O Movimento Que Reforça

O movimento respeita e reforça que o usuário é o motor principal das ações e reações nas interações com o mundo virtual, é de suas ações que se iniciam os movimentos: usando a força e a intesidade para dar o suporte necessário para transportar o físico para o virtual sem quebrar a experiência – mesmo quando o usuário transforma e reorganiza toda a informação imagética.

Todo esse aparato serve para concentrar a atenção do usuário e manter a relação de continuidade com o mundo real, o feedback deve ser sutil mas claro e assertivo e fazer com que a transição do real para o virtual seja coerente.

 

O Google trabalha os seguintes tópicos detalhadamente para embasar e auxiliar a criação de novas experiências:

• Animação

• Estilo

• Layout

• Componetes

• Padrões

• Usabilidade

• Recursos

 

Para ver como tudo isso fica dê uma olhadinha nesta animação, rapidinha e cheia de exemplos do que o pessoal do google esta falando e acredita ser a melhor interpretação do Material Design:

https://www.youtube.com/watch?v=Q8TXgCzxEnw#t=14

Nas próximas semanas vamos tratar todos os ítens deste assunto para entender melhor como foi pensado e como podemos aplicar em nossos projetos o MATERIAL DESIGN.

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